Desenhar é um ato de coragem.

De abertura para o desconhecido.

 

De aceitação e receptividade das forças que se apresentam no caminho da travessia "entre domínios" e de ordenação dos corpos para recebê-las.

 

De resistência e persistência para cruzar os véus entre o mundo invisível e o visível e vivenciar, pela próprias mãos, a transmutação da energia. 

É um ato tão belo quão mágico.

Uma conversa aberta com o Mistério.

[foto: Manu Costa]